a ler na íntegra
http://eur-lex.europa.eu/JOHtml.do?uri=OJ:C:2007:306:SOM:PT:HTML
polímnia
"a dos Muitos Hinos", foi uma das nove musas da mitologia grega.
Era a musa da poesia sagrada e tinha um ar pensativo.
Também era considerada a musa da geometria, meditação e agricultura.
"jesus cristo transborda cor, calor, humanidades"
o contributo de castelo de vide à cultura
silicone souls
breve sumário
sejam bem vindos ao nacional.
a partir deste momento, agradecemos que desliguem os telemóveis. mas desliguem mesmo. deixar sem som para a meio do espectáculo poder ir ver se alguém ligou não conta como desligado. se têm outros compromissos, não vos deteremos por mais tempo. e não se atreva a dizer que estava apenas a ver as horas. que foi? estamos a aborrecê-lo??
apesar do americanismo das salas de cinema de hoje em dia, no teatro as buchas ainda não são bem vindas. coma em casa antes de vir ou, sei lá, combine com um grupo de amigos depois para discutir as ideias que o espectáculo, esperemos, lhe agitar.
que saia daqui com vontade de repensar os seus mais íntimos valores é um dos nossos supra-acarinhados objectivos. claro que queremos que discuta, aprecie, critique a nossa performance. mas faça-o fora daqui, depois de termos acabado as nossas palhaçadas. porque neste tipo de espectáculo os que falam são os que estão em cima do palco. só.
está bem, que a morte está muitíssimo bem caracterizada. e então? mas alguém lhe perguntou alguma coisa?
evite mesmo hidratar-se. o barulho que faz o processo de descaricamento de uma garrafa de água, ainda que ou sobretudo se len-ta-men-te numa sala em silêncio é ensurdecedor.
cerimonioso é o ambiente que se quer. para si que é crente compare uma noite no teatro a uma ida ao templo. não, não é heresia. somos artistas, podemos dizer o que quisermos.
não irá, a cara espectadora, com toda a certeza a casa do Senhor envergando ornamentos seculares excessivos que ofendam a seriedade do acto. aqui como lá, ruidosas pulseiras de rameira das danças do ventre são um no no. por causa do barulho, tá a ver? vai para a discoteca a seguir. divirta-se. mas deixe os ouros da parfois no carro e recomponha a montra no caminho para lá. ao contrário das máquinas dos fotógrafos da imprensa cor de rosa, aqui ninguém quer saber sempre onde você está, para estar aí sentada constantemente a dar sinal com esse tilintar, que mais parece o badalo de uma vaca tímida ou semi afónica.
obrigado pela atenção.
esperamos que desfrutem do espectáculo.
luminária
luzia
largamente as
labaredas
lazúli das
lapidadas
lamechisses,
petit nom que dava às jóias que ganhava a fazer broches ao barão.
recolha
garantem-nos dados estatísticos compilados por entidades independentes que o sucesso, whatever it may be, não se mede aos palmos.
haverá, obviamente, mais quem pense da mesma maneira que tu.
ter um carro grande está para falta de confiança genital, como ter um carro pequeno está.
se está a chover, é suposto ficarmos em casa
Luigi Manini, arquitecto, pintor e cenógrafo italiano, nasceu em Cremona, Itália, no ano de 1848. Radicar-se-ia em Lisboa 31 anos depois para ocupar o lugar deixado vago pela morte de Giacomo Cinatti como cenógrafo do Teatro Nacional de São Carlos, onde chegraria com a experiência alcançada em funções semelhantes do La Scala de Milão.
Além do trabalho no São Carlos, com o desenvolvimento da perspectiva na elaboração de telões líricos, Manini trabalharia ainda dentro do mesmo domínio, mas já em decoração e mais tarde, para os Teatro D. Maria II e São Luiz, em Lisboa; para o Teatro do Funchal, o Garcia de Resende em Évora ou o Sá de Miranda em Viana do Castelo.
É, no entanto, quando em 1888 é convidado a desenhar um palácio de caça para a família real na mata do Buçaco, que realiza uma das suas obras mais importantes. No local existia um convento, do qual apenas preservará o claustro e a capela. O edifício, em estilo neomanuelino com origens românticas, é inspirado nos claustros do Mosteiro dos Jerónimos e na Torre de Belém, profícuamente decorado com pedra de Ançã talhada pelos melhores mestres de Coimbra e decorado a azulejos de Jorge Colaço retratando cenas d’Os Lusíadas.
Com a fama alcançada por esta obra, somam-se convites para projectos privados, entre os quais se destaca o palácio da Quinta da Regaleira e respectivos jardins. Outros de referência serão a escadaria do Palácio Foz, o palácio do Conde de Guimarães, o Challet Mayer, a Villa Sassetti, a Quinta Biester ou o Museu Militar. Desenhou ainda o Pavilhão Português para a Exposição Universal de Paris em 1900.
Regressou rico a Itália em 1913, onde viveu até morrer, em 1936.
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Referências
- FRANÇA, José-Augusto, "As Artes Decorativas", in A Arte em Portugal no Século XIX, Lisboa, Livraria Bertrand, 1966, vol. II
- Wikipédia (página consultada em 4 de Novembro de 2009) - http://pt.wikipedia.org/wiki/Luigi_Manini
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